Artes urbanas, cidade e cultura digital

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Artes urbanas, cidade e cultura digital

As artes urbanas reúnem hoje um conjunto de expressões e práticas urbanas com origens muito diversas. Manifestações recentes têm exercido um impacto significativo na paisagem urbana das cidades, onde as infraestruturas físicas e virtuais atuam e as modelam, entre contextos locais e globais. A comunidade artística apoia-se na Internet e nas suas plataformas para divulgar, promover e disseminar o trabalho artístico. Os artistas assumem cada vez mais uma presença simultaneamente online e física. Neste curso, propomos a reflexão e exploração das narrativas e simbologias que derivam destas manifestações no espaço público. Para tal, procuramos perceber, historicamente, como estas práticas se têm vindo a posicionar no contexto urbano, e que relações estabelecem com as plataformas digitais.

O curso assume uma índole teórico-prática, durante o qual serão abordados os conceitos, as genealogias, e práticas das artes públicas urbanas. Sabe-se que as audiências têm um papel cada vez mais determinante na nomeação de novos fenómenos artísticos, não cabendo unicamente aos académicos a criação de termos e descrição de práticas associadas. Também as imagens fotográficas se assumem como instâncias do trabalho realizado nos espaços públicos, que embora indexado ao original, adquirem um novo estatuto e novos significados ao serem disseminadas nas redes sociais. Considerando este enquadramento, serão discutidos os termos: street art, arte urbana, graffiti e arte pública. A cidade será analisada como espaço criativo, de apropriação de culturas urbanas, plataforma de processos participativos, interativos e agonistas, tornando-se uma inspiração privilegiada para as indústrias culturais.

Os participantes terão a oportunidade de desenvolver um workshop relacionado com as artes visuais urbanas e os meios digitais. Face à profusão de manifestações e práticas, durante o curso será também explorado o papel da cultura, educação e curadoria digital nestes contextos.

Objetivos do curso ULHT – UBI

Este plano de estudos proporciona diferentes insights sobre as expressões e práticas que constituem as artes públicas urbanas, sensibilizando os participantes para as práticas que vêm as cidades como lugares propícios à experimentação.

Propõe-se a introdução a temas fundamentais relacionados com a arte urbana pública, aferindo sobre o papel da cultura digital na sustentação do fenómeno. Consideram-se abordagens teóricas, críticas e práticas da arte urbana pública na contemporaneidade, bem como o legado destes movimentos e experiências nas cidades dos séculos passados.

Os participantes vão desenvolver competências introdutórias nas seguintes áreas:

  1. compreensão teórica sobre a arte urbana pública e os seus objetos, contextos e práticas
  2. criatividade e exploração de linguagens em contexto digital e experimental
  3. criação de conteúdos de enriquecimento curatorial, recorrendo a estratégias comunicacionais
  4. introdução ao domínio das tecnologias e da Internet na disseminação da arte urbana pública
  5. construção de estratégias e processos criativos que permitam criar e desenvolver projetos orientados para o mercado de trabalho e industrias criativas

Para tal, recorre-se estudos de caso globais sobre estas manifestações, tanto no registo institucional como espontâneo e, sobretudo, com ênfase na interação destas expressões artísticas com os lugares e as audiências, nomeadamente formas de participação e envolvimento das comunidades locais. Paralelamente, propõe-se uma abordagem a conceitos da comunicação e à relação da arte urbana pública com o contexto digital.

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
4 a 10 julho

Horário pós-laboral (18h-21h) sábado (entre as 10:00 e as 17:00)

Módulo I – Artes publicas urbanas – 10h

Conceitos, genealogias e práticas: arte pública, arte urbana, street art, graffiti. Casos de estudo.

A ambiguidade concetual em torno das práticas artísticas urbanas revela a necessidade de refletir criticamente sobre o posicionamento destes fenómenos na contemporaneidade. Para tal, importa considerar o legado mural das cidades europeias e a evolução destas manifestações através de casos de estudo multidisciplinares.

Docentes: Helena Elias, Inês Marques, Catarina Valente, Cristina Cruzeiro e José Guilherme Abreu

Módulo II – A cidade como espaço criativo – 8h

As cidades contemporâneas são alvo recorrente de atividade artística e performativa. Com a vaga de vanguardas artísticas do início do século XX, o espaço público afirmou-se como um working site, palco da criatividade artística e cuja interatividade com os lugares da cidade perdura até à atualidade.

A arquitetura de interação. Docente: Rita Ochoa. (3h)
Processos participativos. Docente: Sérgio Vicente (3h)

Curadoria e cultura urbana digital – 9h

A curadoria digital é o processo que permite relacionar todos estes fenómenos, exercendo frequentemente um papel de mediação. A curadoria digital resulta em estratégias e insights para a disseminação artística em contexto online, refletindo necessariamente sobre os objetos, práticas e contextos da arte urbana pública.

ulturas urbanas e usos do espaço público. Docente: Lígia Ferro (3h)
Curadoria digital e estratégias de comunicação. Docente: Catarina Valente (3h)
Workshop de Artes Visuais e meios digitais (3h)


Docente

Helena Elias é escultora e professora Auxiliar na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, investigadora no CIC-Digital Cicant e no Vicarte-FBAUL. Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, MArts em videoarte, na Grays School of Arts, Abeerden, UK, e doutorada em Arte Pública pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Coordenou o projecto Public Art in the Luso-Brazilian cultural relationships ( http://artepublica.ulusofona.pt/) no CICANT. As sua actividades de investigação incluem a coordenação do projecto exploratório conribuições para o estudo do mural urbano em Lisboa e um projecto de investigaçao artística na FBAUL como bolseira de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Tem vários artigos publicados em actas de conferências e revistas, em temas como a prática do desenho e escultura, educação artísitca, e arte pública.

Docente

Sérgio Vicente é escultor e professor auxiliar na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. É doutorado em Arte Pública pela mesma universidade. Com obra pública em vários cidades, é investigador do Vicarte-FBAUL, onde desenvolve investigação na area da arte pública e participação cívica. Tem vários artigos públicados com enfoque nos processos criativos participativos na arte pública.

Docente

Catarina Valente é doutoranda e investigadora em Arte dos Media, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Concluiu o Mestrado em Cultura e Comunicação pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com uma dissertação sobre o papel da mulher na arte pública. Anteriormente, realizou uma Pós-graduação em Comunicação de Tendências pelo mesmo estabelecimento de ensino, durante a qual iniciou o projeto “Mapa do Graffiti na Amadora”, uma plataforma digital que reúne um acervo visual com enfoque na curadoria digital de murais urbanos do concelho da Amadora. No seguimento deste projeto, colabora, desde 2014, com a Câmara Municipal da Amadora na curadoria e produção do projeto artístico-cultural “Conversas na Rua”, que se caracteriza pelo desenvolvimento de intervenções artísticas urbanas com a participação das comunidades locais. Periodicamente, exerce curadoria de exposições e outros eventos da mesma ordem, em simultâneo, com a produção de conteúdos em comunicação.

Docente

Inês Andrade Marques nasceu em Lisboa em 1976. É artista plástica e doutorada em Arte Pública pela Universidade de Barcelona – Faculdade de Belas Artes [2012]; tem o grau de Máster em Desenho Urbano [2008] pela mesma universidade e é licenciada em Artes Plásticas – Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa [2000]. Foi bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia [2004-2009]. É professora Auxiliar na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – Lisboa, onde lecciona desde 2010. Tem vários artigos publicados em actas de conferências e revistas, em especial na área da arte pública.

Docente

Filipe Costa Luz é doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e professor de disciplinas de Pós-produção de imagem para cinema, animação e videojogos na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Desde 2007 que exerce funções de coordenação de licenciaturas na mesma universidade (Animação Digital e Aplicações Multimédia e Videojogos). Co-dirige o laboratório MovLab (Laboratório de Interacções e Interfaces) da Universidade Lusófona.

Participa frequentemente em projectos de investigação, publicando os seus trabalhos e organiza eventos de formação especializada em parceria com universidades estrangeiras (projecto Media e Erasmus+). Publicou o livro “Jogos de Computador e Cinema” e paralelamente à actividade lectiva, participa em projectos de comunicação visual para os mercados de entretenimento e publicidade.

Docente

Rita Ochoa – Licenciada em arquitetura em 1997 pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, Pós-graduada em Qualificação da Cidade pela Universidade Católica Portuguesa, Master em Desenho Urbano pela Universidade de Barcelona e Doutorada pela mesma universidade na especialidade de Espaço Público e Regeneração Urbana, Arte e Sociedade.

Entre 1997 e 2006 colaborou nos ateliers AMVLAB Arquitetura, Atelier Central Arquitetos e no Atelier Arco Cego, em Lisboa, no qual foi autora e coautora de projetos de arquitetura e urbanismo. Entre 2005 e 2006 trabalhou no Departamento de Gestão Urbanística da Câmara Municipal de Palmela. Pertence ao Centro de Investigação e Estudos em Sociologia do IUL/UBI e ao Cr Polis da Universidade de Barcelona.

Professora Auxiliar no Departamento de Engenharia Civil e Arquitetura da Universidade da Beira Interior, onde leciona desde 2006.

Como docente, tem vindo a desenvolver uma abordagem ao ensino do Projeto baseada no desenho de estratégias de interação com a comunidade, no âmbito da arquitetura e do desenho urbano.

Docente

José Guilherme Abreu é doutor em História da Arte Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

É professor convidado da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Campus da Foz, no Porto, exercendo atividade de investi¬gação no Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes, da mesma Universidade.

Integra o Consejo Asesor da Revista Arte Y Ciudad da Universidade Complutense de Madrid, bem como o Scientific Commetee da Revista On the W@terfront, do Centro de Investigação POLIS da Universidade de Barcelona.

É Secretário da Associação Le Promeneur des Lettres, des Sciences et de la Philosophie, sediada em Paris, consagrada ao estudo da obra de Raymond Abellio.

Enquanto investigador, especializou-se em Arte Pública, sendo conferencista convidado em colóquios e encontros nacionais e internacionais.

É autor de livros e monografias editadas pela Universidade Católica Editora, pela Editora Nota de Rodapé e pela Cooperativa de Actividades Artísticas Árvore.

Docente

Lígia Ferro é professora auxiliar convidada do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Recebeu o título de Doutoramento Europeu em Antropologia Urbana pelo Instituto Universitário de Lisboa, ISCTE-IUL, em 2011.

Atualmente é investigadora integrada do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (IS-UP) e do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL, ISCTE-IUL), onde tem desenvolvido investigação na área das artes e culturas urbanas e migrações.

Publicou diversos textos em português, inglês, espanhol e alemão em formato de artigos e livros. É autora do livro “Da Rua para o Mundo: Etnografia Urbana Comparada do Graffiti e do Parkour” publicado pela Imprensa de Ciências Sociais em 2016.

Lígia Ferro é membro da direção da Associação Portuguesa de Sociologia e coordenadora da rede de investigação nº37, Sociologia Urbana, da European Sociological Association.

Docente

Cristina Cruzeiro é bolseira de Pós-Doutoramento da FCT com o projecto “Colaboração e Colisão: Intervenção pública e política da arte” no Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Professora Assistente Convidada na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

É investigadora integrada do IHA-FCSH e convidada do CIEBA – FBAUL.

Desenvolveu o doutoramento em Belas Artes, na Especialidade de Ciências da Arte com a tese “Arte e Realidade: Aproximação, diluição e simbiose no século XX” e o Mestrado em Teorias da Arte com a dissertação “A caminho da dissolução: A problemática da autoria na arte contemporânea”.

Foi bolseira de Doutoramento da FCT entre 2008 e 2012 e ao abrigo do Programa Sócrates-Erasmus, na Facultat de Geografia i Història, Universitat de Barcelona, Espanha.

Os seus interesses de investigação centram-se na relação das práticas artísticas com a sociedade em diferentes perspectivas, com especial enfoque para a articulação com a política.

Docente

João Miguel Real nasceu Lisboa em 1979. Atualmente Realizador e Director de animação do departamento EasyLab da produtora Take it Easy.

Colaborou como profissional de animação em várias produtoras nacionais como Sardinha em Lata, Bang Bang Animation, Animanostra, Praça Films, entre outros.

Esteve na produção de 5 curtas-metragens de animação subsidiadas pelo ICA (Instituto de Cinema e Audiovisual) premiadas Nacional e Internacionalmente e duas séries de animação com destaque internacional.

É Professor convidado de animação pela Universidade Lusófona e Universidade do Algarve.

Nota: Decorrerá na Universidade da Beira Interior (UBI) um curso de verão sobre Intervenções Públicas Urbanas, entre os dias 12 e 15 de Julho. Para mais informações, recomenda-se a consulta da página da UBI: http://www.ubi.pt/

Pós-pornografias: teorias e práticas (de guionismo)

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Apresentação

No contexto das críticas feministas e queer às representações de sexualidades disponíveis nos media mainstream, e ao seu carácter sexista, heteronormativo e racializado, surgiram vários movimentos artísticos empenhados em criar aquilo que geralmente se designa por “pós-pornografia”, pornografia queer e pornografia feminista. Este movimento artístico e cultural, com uma forte inspiração dos Estudos de Género e Queer, e dos Estudos Culturais, funciona através da subversão dos paradigmas e linguagens visuais, simbólicas e narrativas utilizadas pela pornografia mainstream. Foca-se também num sistema de produção e distribuição ética, respeitando as pessoas que operam em trabalho sexual e também responsabilizando quem consome este tipo de material. Este curso pretende, de forma teórico-prática integrar estas dimensões através da abordagem teórica das pós-pornografias, mostra de curtas e exemplos de trabalhos politicamente e artisticamente comprometidos e através da realização de um exercício de escrita de guionismo como forma de aprofundar o funcionamento do sistema de sexo-género na produção e consumo de cultura.

Objectivos

Dar a conhecer a pluralidade dos movimentos estéticos no campo das sexualidades. Explorar as formas como o estudo das pós-pornografias permite um olhar mais aprofundado sobre as relações genderizadas na sociedade ocidental contemporânea e os diferentes discursos de subversão dessas relações. Capacitar as pessoas participantes para a produção de conteúdos culturais próprios. Promover a reflexividade nos processos de produção e consumo de materiais culturais. Estimular a produção de materiais culturais sobre sexualidades mais diversos e inclusivos.

Horário de Funcionamento

  • 29 Junho: 19h-22h
  • 30 Junho: 10h-13h e 15h-18h
  • 1 Julho: 10h-13h e 15h-18h

Docente

Daniel Cardoso é Professor Auxiliar a Tempo Integral na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, e Professor Auxiliar Convidado na Universidade Nova de Lisboa.

É doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa.

Participou já em vários projectos de investigação nacional com recurso a ferramentas de análise de conteúdo assistida por computador, e tem vários anos de experiência a ministrar workshops de gestão de bibliografia e de uso de vários tipos de software no apoio à investigação, bem como unidades curriculares de métodos de pesquisa e de investigação.

O seu trabalho de investigação centra-se principalmente sobre questões de género e sexualidades, com particular ênfase nas não-monogamias consensuais e no poliamor.

O seu trabalho académico, activista e artístico pode ser consultado em www.danielscardoso.net

Docente

Carmo Pereira é a mentora do projecto Carmo Gê Pereira, um projecto de Educação Sexual para Adultos ligado às sexualidades desde 2008 com assessoramento erótico e tuppersex, workshops, formações e tertúlias, sessões de cinema e ciclos de eventos, tudo ligado à área da sexualidade, numa tentativa, bem sucedida de passar uma visão sobre comportamentos e identidades de forma desmistificada e aberta.

Frequentou formações e congressos em sexualidades, tem uma especialização em Estudos Sobre Mulheres, concluiu em 2015 pós-graduação em Sexologia pela Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica.

Urban Sketchers

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Programa

PRIMEIRA SEMANA First Week

  • 1.ª Sessão 2ºf 17 jul 2017 10h 13h (3 horas) Filipa Antunes
  • 1st Session, Monday, 17 July, with Filipa Antunes
  • 2.ª Sessão 3ªf 18 jul 2017 10h 13h (3horas) Eduardo Salavisa
  • 2nd Session, Tuesday, 18 July, with Eduardo Salavisa
  • 3.ª Sessão 4ªf 19 jul 2017 10h 13h (3horas) Convidado Urban Sketchers Portugal
  • 3rd Session, Wednesday, 19 July, with Urban Sketchers Portugal Speaker to be announced.
  • 4.ª Sessão 5ªf 20 jul 2017 10h 13h (3horas) Mário Linhares
  • 4th Session, Thursday, 20 July, with Mário Linhares
  • 5.ª Sessão 6ªf 21 jul 2017 10h 13h (3horas) André Batista
  • 5th Session, Friday, 21 July, with André Batista

SEGUNDA SEMANA Second Week

  • 6.ª Sessão 2ºf 24 jul 2017 10h 13h (3 horas) Luís Ançã
  • 6th Session, Monday, 24 July, with Luís Ançã
  • 7.ª Sessão 3ªf 25 jul 2017 10h 13h (3horas) Mónica Cid
  • 7th Session, Tuesday, 25 July, with Mónica Cid
  • 8.ª Sessão 4ªf 26 jul 2017 10h 13h (3horas) Convidado Urban Sketchers Portugal
  • 8th Session, Wednesday, 26 July, with Urban Sketchers Portugal Speaker to be announced.
  • 9.ª Sessão 5ªf 27 jul 2017 10h 13h (3horas) Pedro Alves
  • 9th Session, Thursday, 27 July, with Pedro Alves
  • 10.ª Sessão 6ªf 28 jul 2017 10h 13h (3horas) Exposição final de curso
  • 10th Session, Friday, 28 July – Course’s final exhibition

Objetivos Gerais

  • Disponibilizar ferramentas analógicas e técnicas de abordagem ao desenho de observação em ambiente urbano e natural.
  • Conceber registos similares ao observado, através de processos criativos.
  • Apresentar desenhos de síntese observada.

General objectives for the SummerSchool UrbanSketchers Course

  • Providing analogical tools and methodologies for observational sketching in city and natural environments;
  • Using creative processes to give form to depictions that are similar to what is observed;
  • Presenting synthesis sketches of observed environment.

Objetivos Específicos

  • Compreender quais os passos a considerar no desenho de observação;
  • Adquirir conhecimentos tridimensionais que facilitem a elaboração de desenhos de observação;
  • Determinar os elementos e procedimentos fundamentais para a representação desenhada de um espaço físico;
  • Compreender o que se espera de um desenho de observação;
  • Organizar e estruturar corretamente o desenho;
  • Realizar referências de proporção;
  • Identificar procedimentos para realizar a tridimensionalidade desenhada;
  • Distinguir desenho de observação de desenho conceptual.

Specific objectives

  • Understanding which steps to take in observational sketching;
  • Acquiring 3-D knowledge to ease the making of observational sketches;
  • Determining the core elements and procedures for the sketched depiction of a physical space;
  • Understanding what is expected of an observational sketch;
  • Organizing and correctly structuring a sketch;
  • Acquiring proportion references;
  • Identifying procedures to bring forth three-dimensionality when sketching;
  • Discerning observational sketching from conceptual sketching.

Competências

  • Aptidão para desenhar através da observação em ambiente urbano e natural;
  • Capacidade para desenhar tridimensionalmente;
  • Aptidão para sintetizar e simular o espaço observado num registo desenhado;
  • Aptidão para o desenho de espaços físicos com figura humana.

Skills to acquire

  • Performing observational sketching in city and natural environments;
  • Depicting three-dimensionality when sketching;
  • Synthesizing and simulating the observed space in a sketch;
  • Sketching the human figure in physical spaces.

Materiais necessários

  • Diário gráfico formato A5 ou A4
  • Caneta preta pinceis e aguarelas
  • Lápis de cor

Materials to bring

  • Graphic diary in A5 or A4 format
  • Black pen and watercolours and paintbrushes
  • Coloured pencils

Propina única

175 €

Fee

175 €

Informação Adicional

  • Total 10 sessões (3h/dia diurno ou noturno) = 30h
  • Início 17 de jul 2017
  • Conclusão 28 de jul 2017

Dirigido a Todos os interessados no desenho, não existindo processo seletivo.

VR Guerrilha Filmaking

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Data

  • 03 a 07 de Julho das 10h às 13h e das 15h às 18h (30h)
  • 03 a 14 de Julho das 18h às 21h (30h)

Nota: funcionará o horário que concentrar maior número de inscrições.

Apresentação do Curso

O interesse na tecnologia e estética 360 VR está a crescer, com as grandes marcas como YouTube e Facebook a desenvolver plataformas para suportar vídeo 360º.

O CCS Insight, analista do mercado tecnológico, estima que a venda de equipamentos wearable 360º VR, vai triplicar de 2016 a 2019, com as vendas a chegarem quase aos 250 milhões de unidades, e o valor de mercado a ultrapassar os 25 mil milhões de dólares. (hardware), este é um meio com grande potencial de aplicação para toda as áreas de conhecimento

Os participares deste curso vão adquirir conhecimentos técnicos e teóricos sobre as diferentes ferramentas e software utilizados nesta tecnologia, propõe-se a produção de um filme, em modelo guerrilha, em grupo, usando as novas câmaras Samsung Gear 360.

O alunos irão conhecer  experimentar os fundamentos técnicos e fluxo de trabalho desde a narrativa, design de produção até a pós produção e distribuição de conteúdos em 360ºVR.

Destina-se a todos os que têm um forte interesse na narrativa audiovisual, com a possibilidade de ganharem competências com um novo meio de comunicação imersivo que está agora a dar os primeiro passos.

Queremos reunir um grupo de pessoas de várias áreas e experiências que possam contribuir e aplicar a tecnologia 360º VR às suas áreas de conhecimento.

Preço

175€

Docentes

Rafael Antunes, frequenta o Doutoramento em Ciências da Comunicação na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Recentemente participou do curso em narrativa vídeo 360º VR no Graduate School of Journalism na University of California, Berkeley, frequentou o curso “Elements of Journalism” da Universidade Lusófona.

Convidado a participar no projecto CIAKL, curso europeu de empreendedorismo para as indústrias criativas, que envolve várias universidades e empresas europeias da indústria, procurando novos modelos de negócio para as indústrias criativas.

Defendeu a sua tese de Mestrado em Estudos de Cinematográficos na mesma Universidade, com um projeto de Transmedia “Lápis Azul”.

Licenciado em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia na Universidade Lusófona.

Frequentou o Programa Erasmus na SZFE (Universidade de Teatro, Cinema e Televisão) em Budapeste, Hungria, participou do Digital Media Summer Institute, 2011, UT Austin | Portugal 2011 em “Convergence Culture” e “Transmedia Storytelling in the Contemporary Media Global Media”na Universidade Nova de Lisboa, trabalha no Grupo Impresa como Gestor de Produto na Direção de produtos e serviços digitas e é um dos responsáveis da implementação da tecnologia 360º VR no Grupo.

Professor da Universidade Lusófona em várias licenciaturas e mestrados nas áreas de Transmedia e 360ºVR, Realizou a curta-metragem “Moeda Viva” sobre o trabalho de Pierre Klossowski, filme selecionado para exibição na Cinemateca Portuguesa e Museu Berardo, “O Tenente” filmado em Super 16 mm sobre a criação da República Portuguesa em 1910 – primeiro prémio ICA / Lusófona 2010, prémio ZON, venceu o III Festival de Digital de Odemira e o prémio Augusta para melhor curta-metragem no Festival de Cinema Bragacine.

O filme foi exibido na SIC Notícias e em vários festivais nacionais e internacionais.

“Um Natal Especial” filmado em Super 16 mm em 2010, exibido na RTP.

Produziu e realizou o projeto Transmedia “Mutter” exibido na SIC Radical, que teve como objetivo principal o desenvolvimento de uma narrativa transmedia que integrasse diferentes plataformas e cruzamentos narrativos e dramáticos, o projeto foi premiado na ZON e esteve presente em vários festivais de cinema, nacionais e internacionais.

Realizou e produziu o projeto Transmedia “Lápis Azul” sobre a censura em Portugal, composto por um filme de ficção e um documentário, o projeto foi exibido pela SIC, SIC noticias e esteve em exibição nas salas de cinemas.

O projeto ganhou O premio Sophia da Academia de Cinema Português, para melhor documentário em curta-metragem, prémio para melhor argumento original festival Caminhos do Cinema Português e o prémio Augusta para melhor filme português no Festival de Cinema Bragacine.

Filipe Roque do Vale, 41 anos, Universidade Lusófona.

Começou a trabalhar como editor para televisão com dezoito anos. Durante cinco anos trabalhou em montagem para diferentes produtoras. Em 1998, com vinte e três anos começou a trabalhar na Universidade Lusófona como professor de montagem, pós-produção e linguagem cinematográfica.

Entretanto realizou cinco curtas metragens e trabalhou como montador em longas metragens, curtas metragens, documentários e videoclips.

Desde 2008 é responsável pelas instalações e equipamentos audiovisuais do o Grupo Lusófona, é também diretor do Centro de Produção Audiovisual e Multimédia da Universidade Lusófona.
Continua a ser professor de montagem e linguagem cinematográfica.